Os frutos da Festa da Padroeira 2017

Amados devotos da Mãe Aparecida, alegria e paz!

Que alegria poder me dirigir a vocês logo após o término da Festa da Padroeira 2017. Confesso que foram dias intensos, mas com o apoio e a colaboração de todos, pudemos celebrar dignamente a Festa da Senhora Aparecida, que há 300 anos foi encontrada nas águas do Rio Paraíba do Sul.

Ao longo de toda a Novena da Padroeira 2017, pudemos atender com alegria o apelo de Dom Vicente, que em comunhão do Santo Padre Francisco, deseja tornar a nossa Diocese, uma Igreja em saída.

Não poderia deixar de agradecer primeiramente a Deus pelo belíssimo trabalho da Comissão Missionária Paroquial, que não mediu esforços para que Jesus Cristo fosse conhecido por todos de nosso Santuário. Foram inúmeras escolas, comércios, casas, posto de saúde, visitados. Sim, devotos da Mãe Aparecida, Jesus está sendo conhecido por todos.

A Semana Missionária Paroquial foi um grande marco para história da Casa da Mãe Aparecida. Como já disse em outras oportunidades que tive, a romaria de cada paróquia da Diocese de Jundiaí, eternizou em nossa comunidade uma certeza: o nosso Santuário é um lugar de peregrinação, é um lugar de acolhida, e, portanto, todos que aqui recorrem podem sentir-se abraçados pela Senhora Aparecida, e, ao mesmo tempo, enviados para proclamar as bênçãos e graças que nós, brasileiros, recebemos ao longo desses três séculos de história.

Pois bem, concluímos a Semana Missionária e a Novena da Padroeira 2017. Porém, não nos esqueçamos: as visitas missionárias, a presença dos bispos e padres nas celebrações, devem deixar em nossos corações o ímpeto missionário, que nos faz sair de nós mesmos, para irmos ao encontro dos que anseiam por conhecer a Jesus Cristo.

Somos privilegiados, pois Deus nos deu este presente: participar do Jubileu dos 300 anos de Bênçãos e Graças. Esse momento histórico jamais será apagado de nossas memórias.

Bem sabemos que esse processo de mudança de época que estamos vivendo até nos faz pensar que muitas coisas continuam semelhantes ao ano de 1717, quando imperava a escravidão, e, assim, através do encontro da Imagem, Deus visitou e libertou o seu povo (cf. Lc 1,68).

Tendo passados 300 anos, Deus continua a visitar-nos. Acolhamos o Senhor de coração, e jamais permitamos que as chamas de Seu amor, que fora acesa em nossos corações, se apaguem. Que o nosso desejo de anunciar o Mestre, nos faça viver sempre mais a exemplo de Maria, que como serva soube fazer a vontade de Deus.

No Espírito de Jesus,

Pe. Márcio Felipe.
Reitor do Santuário